PRINCÍPIO DA TRANSPARÊNCIA TRIBUTÁRIA

CONSTITUIÇÃO FEDERAL - Art.150, § 5º - A lei determinará medidas para que os consumidores sejam esclarecidos acerca dos impostos que incidam sobre mercadorias e serviços.

sábado, 14 de março de 2015

A VERDINHA DISPARA E TENSIONA O BRASIL




ZERO HORA 4 de março de 2015 | N° 18101


Dólar atinge maior valor em quase 12 anos


VERDINHA DISPARA. TENSÃO NO BRASIL e expectativa de alta da taxa de juro nos Estados Unidos elevam cotação da moeda norte-americana pelo terceiro dia consecutivo, para R$ 3,249. Negociações nas casas de câmbio em Porto Alegre ficam próximas a R$ 3,45



Influenciado pela instabilidade interna do país e pela expectativa de aumento de juro nos EUA, o dólar chegou a avançar ontem a R$ 3,28, recuou e fechou a R$ 3,249 – a maior cotação desde 2 de abril de 2003. Em março, a alta acumulada é de 13,76%, e no ano, de 22,20%. Nas casas de câmbio em Porto Alegre, a moeda foi negociada na faixa de R$ 3,44 a R$ 3,46.

Foi o terceiro aumento do dólar em relação ao real, em um dia marcado por protestos a favor do governo e pela expectativa de manifestações contrárias pelo país amanhã. Operadores do mercado também testaram até quando o Banco Central (BC) vai assistir a alta do dólar sem elevar suas intervenções no câmbio.

Para Luciano Rostagno, estrategista-chefe do Banco Mizuho do Brasil, o principal motivo para a desvalorização do real é a instabilidade política que pode “prolongar a crise econômica”.

Nesse ambiente volátil, o risco de o ajuste fiscal ficar comprometido por causa da derrubada de um veto presidencial levou o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, a fazer um desabafo, usado por governistas para pressionar seus aliados, de que neste caso preferia pedir demissão. A ameaça do ministro foi feita na quarta-feira, quando o Congresso quase derrubou o veto da presidente Dilma Rousseff à prorrogação até 2042 dos subsídios sobre a energia elétrica para grandes empresas do Nordeste – representaria custo de R$ 5 bilhões ao Tesouro neste ano.

O cenário externo também contribuiu para a forte valorização do dólar. Das 24 principais moedas de países emergentes, 22 se desvalorizaram em relação ao dólar ontem. Integrantes do Federal Reserve (Fed, banco central americano) se reúnem na próxima semana. Analistas esperam que seja divulgado comunicado após o encontro indicando a proximidade de um aumento do juro nos Estados Unidos.

A elevação da taxa deixa os títulos americanos mais atraentes aos investidores internacionais, que preferem aplicar seus dólares lá em vez de levar os recursos para países de maior risco – como emergentes, incluindo o Brasil.

quinta-feira, 12 de março de 2015

SALARIO CURTO





ZERO HORA 12 de março de 2015 | N° 18099

ERIK FARINA


SUAS CONTAS. INFLAÇÃO NA VIDA REAL



ALTA NO CUSTO de produtos e serviços do dia a dia, somados a aumento da gasolina, reajuste da conta de energia, elevação nas mensalidades escolares e gastos maiores no supermercado, pressiona o orçamento dos moradores da Região Metropolitana

Além das estatísticas e das planilhas, a inflação assusta na vida real. Os preços de produtos e serviços do dia a dia na região metropolitana de Porto Alegre têm superado os dados oficiais, em muitos casos crescendo o dobro. Gasolina, mensalidades escolares, contas de luz e consultas médicas, por exemplo, inflaram mais do que os 9% apontados pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC/Iepe) calculado pela UFRGS nos últimos 12 meses – o IPC-S, medido pela Fundação Getúlio Vargas, aponta inflação de 6,74% (veja ao lado).

– Quando se considera os gastos mais comuns do dia a dia, como alimentos e lazer, a sensação é de que a inflação está ainda maior. Mas outros itens que estão com preços acomodados acabam segurando a média – explica Everson Vieira dos Santos, coordenador do IPC da UFRGS.

A percepção de que a “inflação real” supera estatísticas tende a se tornar mais comum em razão da recente aceleração da inflação, dizem analistas – os dados de 12 meses até fevereiro foram os mais altos desde 2003, conforme a UFRGS. Como as correções de salários ocorrem apenas uma vez ao ano, o consumidor sente a perda do poder aquisitivo por mais tempo. O preço da energia subiu 27% no período, enquanto o combustível disparou quase 15% e uma visita ao consultório médico passou, em média, de R$ 240 para R$ 277, alta de 15,32%.

– Como a alta de preços está disseminada, é mais complicado trocar um produto por outro. Esse quadro é mais nítido para famílias com filhos, que têm dificuldade de escapar de mensalidades escolares, transporte e planos de saúde – explica Santos.

Foram justamente os produtos e serviços indispensáveis às famílias que tiveram maior alta – assim como as tarifas reguladas pelo governo, das quais não há como escapar. Conforme Santos, os solteiros têm mais facilidade para cortar custos e compensar gastos. Consultores financeiros afirmam que a inflação em alta reforça a necessidade de organizar o orçamento e evitar dívidas que comprometam a renda nos meses seguintes.









sexta-feira, 6 de março de 2015

A VIDA COM O DÓLAR NA CASA DOS TRÊS REAIS





ZERO HORA 06 de março de 2015 | N° 18093

CADU CALDAS VANESSA KANNENBERG | Com agências



CÂMBIO NO DIA A DIA


EM MEIO A INCERTEZAS POLÍTICAS e do mercado, moeda americana teve quarta alta consecutiva e atingiu o maior valor desde 2004. Disparada pode impactar em itens que vão do pão a passagens aéreas e ainda pesar no bolso do brasileiro.


A crise instalada entre Planalto e Congresso segue contaminando o humor do mercado. O dólar ultrapassou os R$ 3 ontem, em meio ao risco de que a disputa política ameace a implementação das medidas de ajustes fiscal. No Exterior, o forte viés de alta para a moeda americana também contribuiu para a trajetória de valorização do dólar por aqui. A atuação de especuladores influenciou o movimento da moeda americana, em uma tentativa de testar a disposição do Banco Central de intervir no mercado via leilões, com o objetivo de conter a disparada.

A alta da principal moeda do mundo pode parecer algo distante, mas tem impacto no dia a dia. Da escolha do destino nas próximas férias ao vinho do final de semana, os hábitos diários devem ser afetados – se é que já não são. Adiar a viagem para o Exterior ou mudar para um destino nacional, pagar mais caro pelo perfume importado ou trocar para uma marca brasileira, ir até a fronteira fazer compras ou investir em produtos de prateleiras mais próximas. Essas são algumas escolhas que passam a fazer parte da rotina com a subida veloz do dólar.

– Esperava o dólar a R$ 3 no fim do ano. Essa guinada antecipa o ano difícil que devemos enfrentar – comenta o economista-chefe da Pezco Microanalysis, João Ricardo Costa Filho.

Assim como Costa Filho, a gestora da Zenith Asset Management Débora Morsch concorda que a alta do dólar pode ser ruim em muitos aspectos, mas diz que a moeda chegou no patamar “que deveria”.

– Um hotel três estrelas e meia-boca no Nordeste estava custando o mesmo para o brasileiro do que se hospedar em um cinco estrelas em Cancún. Por isso, a opção mais comum era o Exterior. Agora, essas coisas devem se ajustar, assim como todo o mercado – analisa Débora.










terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

PROTESTO CONTRA AUMENTO DO DIESEL BLOQUEIA RODOVIAS EM TODO O BRASIL



ZERO HORA 24 de fevereiro de 2015 | N° 18083


CADU CALDAS


PROTESTO CONTRA CUSTO EM ALTA. Caminhoneiros bloqueiam 30 pontos em estradas gaúchas. AUMENTO NO PREÇO do óleo diesel, más condições das pistas e baixo preço do frete estão entreas principais reclamações dos manifestantes. Movimento foi registrado em outros 10 Estados



Ganhou força ontem o protesto dos caminhoneiros contra o aumento no preço do óleo diesel, baixo preço do frete e más condições das estradas. No Rio Grande do Sul, foram pelo menos 30 trechos em 25 rodovias afetadas pela paralisação.

Na maioria dos 11 Estados onde foram registrados bloqueios, as manifestações ocorreram de forma pacífica. Caminhões e veículos pesados foram orientados a parar no acostamento, mas a passagem de automóveis de passeio foi liberada. A mobilização pelo país começou durante o fim de semana.

Os protestos no RS foram isolados e não reuniram grande quantidade de caminhoneiros, mas deixaram o trânsito lento nos pontos bloqueados, segundo a Polícia Rodoviária Federal. Conforme o presidende da Federação dos Caminhoneiros Autônomos (Fecam), Eder Dal’Lago, que representa nove sindicatos, a manifestação surgiu de forma espontânea e não é organizada pela entidade.

Na Região Noroeste, houve três protestos. Em Giruá, na ERS-344, cerca de cem caminhões ficaram parados ao lado da rodovia, sendo liberados apenas veículos de passeio. Mesmo caminhões com cargas vivas ou perecíveis foram impedidos de seguir viagem.

No Sul, manifestantes bloquea­ram dois acessos à cidade de Pelotas. Os caminhões foram obrigados a estacionar no acostamento, formando uma fila de pelo menos dois quilômetros. Uma reunião entre os motoristas da região e o sindicato das empresas está agendada para hoje na Superintendência do Porto de Rio Grande. Como o protesto não é centralizado, caso cheguem a acordo, a decisão não vale para motoristas de outras regiões.

Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), não cabe ao órgão definir o preço de frete e sim ao mercado. Nenhuma negociação está sendo feita com sindicatos no momento.






Risco de desabastecimento



Para o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no RS (Setcergs), José Carlos Silvano, se o movimento iniciado no fim de semana durar muito tempo, pode ocorrer desabastecimento de combustíveis e alimentos.

A empresa BRF informou que interrompeu a produção de duas fábricas no Paraná por falta de matéria-prima. No Rio Grande do Sul, o Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados (Sindilat) informou que caminhões de transporte de leite estão sendo impedidos de circular pelo Estado e planeja ingressar com ação judicial para garantir a entrega do produto.

Na estimativa do líder do Movimento União Brasil Caminhoneiro no Rio Grande do Sul, Marco Antônio Scherer, cerca de 76 mil caminhoneiros autônomos gaúchos – o equivalente a 95% da categoria – estão parados nas rodovias ou em suas casas. O número não é confirmado pela Federação dos Caminhoneiros Autônomos.

A Advocacia-Geral da União mobilizou força-tarefa para solicitar, na Justiça, a liberação de rodovias federais bloqueadas por protestos de caminhoneiros. A iniciativa pede autorização para o poder público adotar medidas necessárias para garantir a circulação nas pistas e a fixação de multa de R$ 100 mil para cada hora que os manifestantes se recusarem a liberar o tráfego e contará com o apoio do Ministério da Justiça, por meio da Polícia Rodoviária Federal e da Força Nacional.


REIVINDICAÇÕES
DIESEL E FRETE
-O reajuste no preço do combustível encareceu o serviço, diminuindo a margem de lucros dos caminhoneiros autônomos, que têm dificuldade de repassar o aumento de custo do frete para os contratantes. Os motoristas pedem a implantação de uma tabela de preço mínimo.
LEI DO CAMINHONEIRO
-Os manifestantes querem oito horas de descanso obrigatório em vez de 11 horas e uma hora de refeição, conforme projeto aprovado no Congresso.
MELHORIA NAS ESTRADAS
-As más condições das rodovias danificam os veículos, deixando o custo de manutenção mais alto e trazendo risco para vida dos motoristas.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

FALTA FÔLEGO



ZERO HORA 19 de fevereiro de 2015 | N° 18078


PAULO KRUSE*



Nas vésperas do início de mais um ano letivo, os itens da lista de material escolar estão, novamente, mais caros. E não é para menos, tendo em consideração a elevada carga tributária que incide sobre os itens básicos da lista. Mesmo que o consumidor pesquise, não conseguirá fugir dos impostos que correspondem a quase metade do valor final. Só em uma caneta, por exemplo, cerca de 48% equivalem a impostos. A situação é inadmissível para um país que precisa ter a educação como uma de suas prioridades.

Sem educação, o Brasil não progredirá. No entanto, o que vemos hoje é uma política tributária que dificulta o acesso de todos. A carga aplicada é abusiva e pesa no bolso dos brasileiros. E isso reflete em toda a cadeia produtiva e consumidora. Indústria, comércio e consumidores, todos chegamos a uma mesma interrogação: é certo injetar tão alto índice de impostos em itens indispensáveis para as famílias brasileiras? É difícil entender como um governo que sinaliza a importância de melhorar a educação se omite a facilitar o desenvolvimento do setor. Todos perdem. Afinal, com as taxas elevadas o poder de negociação fica reduzido e influencia, inclusive, o comportamento de consumo da população.

Na Câmara dos Deputados, tramita há mais de cinco anos o Projeto de Lei 6.705/2009, que prevê a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os itens de material escolar fabricados no Brasil. Uma solução que, com certeza, dará fôlego ao setor. Além, é claro, de beneficiar diretamente o orçamento de quem consome esses produtos. O projeto conta com o apoio do Sindilojas Porto Alegre, e nos unimos às demais partes interessadas à espera de uma resolução. Mas, deputados, precisamos de agilidade. Nossa economia vive um momento preocupante e precisamos de velocidade para o país avançar. Não podemos mais permanecer com um cenário que prejudica o desenvolvimento do Brasil.

*Presidente do Sindilojas Porto Alegre

RECESSÃO EM 2015




ZERO HORA 9 de fevereiro de 2015 | N° 18078


DOIS ANOS DE RETRAÇÃO. Mercado passa a prever recessão no país em 2015

AO MESMO TEMPO, Levy admite que o PIB brasileiro no ano passado pode ter fechado no negativo. O resultado vai ser divulgado em março



Pela primeira vez, o mercado financeiro passa a projetar recessão para o ano. A expectativa é de que o Produto Interno Bruto (PIB) encolha 0,42% puxado pelo desempenho negativo da indústria e pelo setor de serviços em desaceleração. Os dados são do boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central divulgada ontem.

No mesmo dia, em evento com um grupo de investidores e empresários em Nova York, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, admitiu ontem que o PIB em 2014 pode ter sido negativo. O número será conhecido em 27 de março, quando o IBGE divulga o resultado do quarto trimestre.

Na sua primeira visita oficial aos Estados Unidos, Levy disse que o “deslize fiscal” foi significativo no ano passado, mas reiterou que vai atingir a meta de superávit fiscal (poupança feita para o pagamento de juro) de 1,2% do PIB em 2015. Em 2014, houve déficit de 0,6%. Levy comentou que o ajuste em curso inclui “reformas estruturais significativas”.

No discurso, o ministro afirmou que 2015 será um ano de desafios, mas é otimista em relação a 2016, “um ano de crescimento, um outro ciclo”. Ele acrescentou que o pré-sal é mais produtivo do que se imaginava e que a Petrobras “vai superar atuais obstáculos”.

INFLAÇÃO E TAXA DE JURO EM ALTA

A expectativa ruim para a economia neste ano reforça um quadro já complexo de inflação elevada, juros em alta e dólar em escalada frente o real. O PIB de serviços, segundo o Focus, deve crescer 0,40% em 2015, taxa que, se confirmada, será a menor de sua história. E o da indústria deve amargar o segundo ano seguido de retração: a projeção é de queda de 0,55%. A pesquisa mostra que a agricultura deve apresentar o melhor desempenho, 1,8%.

– Esse quadro recessivo de 2015 é relacionado a todos os setores e não só a indústria. É um recuo generalizado. A surpresa de 2015 talvez seja um desempenho medíocre para o setor de serviços – ponderou Cristiano Oliveira, economista-chefe do banco Fibra.

Além de retração do PIB, é esperada inflação e juros maiores. O IPCA, índice referência para meta de inflação, deve ficar em 7,27% em 2015, ante estimativa anterior de 7,15%. No próximo ano, deve recuar para 5,60%, dentro da meta estipulada pelo governo, de 4,50%, com dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

O ciclo de alta do juro deve ser mais longo. Antes, esperava-se que o movimento seria interrompido em abril, quando chegaria a 12,75% ao ano. Agora, a expectativa é de que vá a 13%. Hoje, está em 12,25%.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

IMPOSTOS ABUSIVOS COBRADOS DO BRASILEIRO

FIEPR - CARTILHA

Veja o quanto você paga de imposto

PRODUTOS IMPOSTO
Abaixador de língua 30%
Absorvente higiênico 34%
Academia 27%
Achocolatado 38%
Aço (forma bruta) 37%
Açúcar 32%
Adestramento de cães 27%
Adoçante 37%
Adubo 25%
Aeronaves 28%
Agenda escolar 43%
Agogô 39%
Água 38%
Água c/ açúcar e edulcorantes (h2o) 53%
Água de coco 34%
Água-de-colônia (nacional) 50%
Água mineral 44%
Água oxigenada 41%
Água sanitária 26%
Agulha 34%
Álcool (material de limpeza) 33%
Álcool combustível 26%
Algodão de limpeza 35%
Alicate 40%
Almoço em restaurante 32%
Almofadas 34%
Amaciante 34%
Amendoim 37%
Andador 19%
Aparador (sala) 37%
Aparelho de barbear 41%
Aparelho de pressão digital 34%
Aparelho de som 37%
Aparelho MP3 ou iPOD 49%
Aparelho radiografia (raio-X) 38%
Aparelho telefônico p/ linha fixa 43%
Apito 34%
Apontador  43%
Aquecedor de água elétrico 48%
Aquecedor de ambientes 48%
Arame farpado 33%
Ar condicionado p/ residência 48%
Arma de fogo (revólver) 72%
Arranjo de cabelo 26%
Arroz 17%
Árvore de Natal 39%
Aspirador de pó 41%
Avental médico 31%
Avião 42%
Bacalhau importado 44%
Balanças (uso doméstico) 43%
Balão de borracha (bexiga) 34%
Band-aid (curativo) 30%
Bandeira (de pano) 36%
Bandolim 39%
Banheira 42%
Banjo 39%
Barbeador elétrico 48%
Barco 28%
Batata 11%
Batedeira 44%
Bateria 38%
Bicicleta 46%
Bijuterias 43%
Binóculos 52%
Biquíni 33%
Biquíni com lantejoulas 42%
Biscoito 37%
Bisturi 40%
Bola de futebol 46%
Bolo de brigadeiro 34%
Bolsa (geral) 40%
Bolsa de couro 42%
Bolsa térmica 37%
Bombom 38%
Boné 35%
Bongô 39%
Borracha escolar 43%
Bota 36%
Brinquedos 40%
Bronzeador 49%
Buffet (jantar) - restaurante 32%
Bumbo 39%
Buquê (flores) 18%
Buzina (automóvel) 36%
Buzina a gás 46%
Cachaça 82%
Cachimbo 61%
Cachecol 34%
Cachorro-quente 15%
Cadeira de praia 41%
Cadeira de rodas 18%
Caderno universitário 35%
Café 20%
Cafeteira 42%
Caipirinha 77%
Caixas de som amplificadas 46%
Calça (tecido) 35%
Calça de couro 40%
Calça jeans 39%
Calculadora eletrônica 45%
Camarão 33%
Câmera fotográfica 45%
Camisa 35%
Camisa xadrez 35%
Caneta 48%
Canivete 44%
Canjica 35%
Carne bovina 17%
Carrilhão com estante 37%
Cartão de Páscoa 37%
Cartuchos de tinta (impressora) 38%
Carvão vegetal 34%
Casa popular 48%
Casaco de pele vison 82%
Casamento no civil 17%
Catchup 41%
Cateter 30%
Cavaquinho 38%
CD (compact disk) 38%
Cebola 16%
Cera 47%
Cereal em lata 34%
Cerveja (lata) 56%
Cerveja (garrafa) 56%
Champagne 59%
Chapéu de couro 40%
Chapéu de palha 34%
Charuto/ cigarrilha 62%
Chave de fenda 41%
Chester/peru/pernil 29%
Chicletes 34%
Chinelo 31%
Chocolate 39%
Chope 62%
Chuveiro elétrico 48%
Cigarro 80%
Cimento 30%
Cinto de couro 41%
Cinto de segurança 25%
Clarineta 39%
Cobertor 26%
Cocada 37%
Coelho de pelúcia 30%
Cofre 46%
Cola Tenaz 43%
Colar havaiano 46%
Colchão 28%
Coletor de urina 20%
Colomba pascal chocolate 39%
Comadre/papagaio 34%
Computador acima de R$ 3.000,00 34%
Computador até R$ 3.000,00 24%
Condicionadores (banho) 37%
Confete/serpentina 44%
Consulta veterinária 27%
Conta de água 24%
Conta de luz 48%
Conta de telefone 46%
Contrabaixo 39%
Convite (impresso) 24%
Copiadora (máquina) 48%
Copos 38%
Corda 34%
Corneta 34%
Cortador de grama 38%
Cosméticos 55%
Cotonetes 34%
Creme de barbear 57%
Cremes de beleza 57%
Cruz de madeira 46%
Cuíca 38%
Decoração igreja (flores) 18%
Desfibrilador 35%
Desinfetante 26%
Desodorantes 37%
Detergente 30%
Dia da noiva (salão de beleza) 26%
Diamante (pedra bruta) 43%
Diesel 41%
Ducha higiênica 35%
DVD (aparelho) 50%
DVD (cartucho) 44%
Edredom 36%
Embarcações 28%
Energia elétrica 48%
Enfeites árvore de Natal 48%
Ervilhas 26%
Escola particular e curso de inglês 26%
Escova de dentes 34%
Esparadrapo 29%
Esponja de aço (pacote com 4 unidades) 41%
Espumante 60%
Estojos para lápis 40%
Extintor de incêndio 40%
Fantasia - roupa com arame 34%
Fantasia - roupa tecido 36%
Faqueiro 42%
Farinha de trigo 17%
Fechadura 42%
Feijão 17%
Fermento 38%
Ferro de passar 45%
Fichário 39%
Filmes p/ fotografia 45%
Filtro de ar 41%
Filtro de óleo 38%
Filtro de papel 37%
Fita 34%
Fivela 37%
Flauta transversal 40%
Flores artificiais 46%
Flores naturais 18%
Fogão 4 bocas 27%
Fogos de artifício 62%
Folhas para fichário 38%
Fondue de chocolate 39%
Fondue de queijo 37%
Formulários de papel 39%
Forno de microondas 55%
Fósforos 34%
Fralda descartável 34%
Frango 17%
Freezer 45%
Frutas 22%
Fubá 25%
Gaita 40%
Garrafa térmica 45%
Gás de cozinha 34%
Gasolina 53%
Gaze 29%
Geladeira 37%
Gelatina 37%
Gibão de couro 40%
Grama 13%
Gravador (aparelho) 52%
Gravata 35%
Graxa p/ sapatos 41%
Guarda-chuva/ sombrinha 35%
Guardanapo de papel 38%
Guarda-sol 37%
Guitarra 39%
Hospedagem em hotel 30%
Hotel para animais 27%
Imagem de santo 42%
Impressora 34%
Inalador 36%
Ingressos (tíquetes) 41%
Iogurte 33%
Ipad - tablet 39%
Isqueiro descartável 62%
Jantar em restaurante 32%
Joelheira 20%
Jogos vídeo 72%
Jóias 50%
Jornal 14%
Juros bancários 26%
Lâmina para microscópio 34%
Lâmpada elétrica comum 45%
Lancheiras 40%
Lápis 35%
Lareira 41%
Lavadora de louças 48%
Leite  19%
Leite em pó 28%
Lembrancinha (souvenir) 18%
Lençol 26%
Lentilha 26%
Liquidificador 44%
Livro 16%
Livro escolar 16%
Louça 45%
Lubrificantes 38%
Luminária 44%
Lupa 34%
Luva 41%
Luva cirúrgica 30%
Maca 34%
Macarrão 18%
Madeira bruta 42%
Maionese 34%
Maisena (amido de milho) 34%
Malas 40%
Malha 34%
Mangueiras p/ água 39%
Manteiga 36%
Maquilagem 56%
Máquina automática venda de bebidas 48%
Máquina de costura 36%
Máquina de lavar roupas 48%
Margarina (500g) 36%
Martelo 41%
Máscara cirúrgica 30%
Máscara de lantejoulas 43%
Máscara de plástico 44%
Material de construção (geral) 33%
Medalha de metal 38%
Medicamento de uso animal 13%
Medicamentos de uso humano 34%
Medidor de glicose 30%
Mensalidade do clube 27%
Mertiolate/ mercúrio 35%
Mesa de bilhar (sinuca) 62%
Microcomputador até R$ 3.000,00 24%
Micro Laptop acima de R$ 3.000,00 34%
Microfones 47%
Micro-ondas (forno) 59%
Microscópio 38%
Milho cozido 19%
Milho verde (vidro) 36%
Mochilas 40%
Molho de tomate (lata) 36%
Mostarda 41%
Moto (acima de 250 cc) 65%
Moto até 125 cc 44%
Muleta 40%
Navalha 44%
Nozes 36%
Óculos (lentes de vidro) 45%
Óculos de sol 44%
Óleo de cozinha 26%
Ovos de Páscoa 39%
Ovos de galinha 21%
Paçoca 37%
Pacote hotel, ingresso e van - desfile carnaval 36%
Pacote lua-de-mel (viagem) 30%
Pandeiro 38%
Panelas 36%
Panetone 35%
Pão de forma 17%
Pão francês 17%
Papel-alumínio 38%
Papel carbono 37%
Papel celofane 34%
Papel filtro 45%
Papel higiênico (com 4 rolos) 40%
Papel pardo 35%
Papel sulfite 37%
Parafuso 41%
Paraquedas 41%
Pás e picaretas 34%
Passagem aérea 22%
Pasta de dentes 35%
Pastas em geral  40%
Pastas plásticas 40%
Patins 53%
Pé-de-moleque 37%
Peixes 34%
Peneira de couro 40%
Pente 45%
Perfume importado 78%
Perfume nacional 69%
Peru/chester/pernil 29%
Piano 40%
Pilhas/ baterias 51%
Pincel 36%
Pinhão 24%
Pipeta de laboratório 34%
Pipoca (micro-ondas) 35%
Pipoca (milho) 35%
Plantas (pomar) 13%
Plástico 0,15 40%
Playstation 72%
Pneu 36%
Porta-retrato 43%
Postes e vigas de concreto 39%
Prato (instrumento musical) 38%
Pratos (cozinha) 34%
Prego 41%
Presépio - Natal 36%
Preservativo 19%
Protetor solar 42%
Quadro de parede 36%
Queijo 17%
Quentão 62%
Querosene para aviação 47%
Rações para gato e cão 41%
Reco-reco 38%
Refresco em pó 36%
Refrigerante (lata) 46%
Refrigerante (garrafa) 45%
Regador 44%
Régua 45%
Relógio 53%
Relógio despertador 48%
Revistas 19%
Roupas 35%
Sabão em barra 30%
Sabão em pó 41%
Sabonete 37%
Sal 15%
Sanduiche Mac Donald's 30%
Sapatos 36%
Saponáceo 39%
Saxofone 40%
Secador de cabelos 48%
Secadoura de roupa 48%
Secretária eletrônica 52%
Sela 41%
Seringa 30%
Serviço de TV por Assinatura 46%
Serra manual 41%
Shampoo 44%
Sidra 48%
Sinos/campainhas 43%
Sonda aspiração traqueal 21%
Sonda uretral 34%
Sopa de pacotinho 34%
Soro 30%
Sorvete de massa 38%
Sorvete (picolé) 38%
Sousafone 39%
Spray espuma 46%
Suco pronto 36%
Suplemento alimentar 34%
Taças 44%
Talco 49%
Talheres 34%
Tamborim 39%
Tapete 42%
Teatro e cinema 30%
Tecidos 36%
Teclado 39%
Telefone celular 40%
Telefonia 46%
Televisor 45%
Telha 34%
Tênis Importado 59%
Terço de plástico 41%
Termômetro 39%
Terno (traje) 35%
Tesoura 44%
Tijolo (milheiro) 34%
Tinta 36%
Tinta guache 36%
Tinta plástica  36%
Tipóia 20%
Toalha de banho 26%
Toalha de mesa 26%
Tomate 17%
Torneira 39%
Torradeira elétrica 48%
Traje do noivo 35%
Transporte coletivo 34%
Trator 32%
Travesseiro 26%
Triângulo (instrumento musical) 38%
Triângulo p/ veículo 45%
Trombone 40%
Trompete 39%
Universidade (mensalidade) 26%
Urna funerária 36%
Ursinho de pelúcia 30%
Utensílios de jardim 34%
Vara de pesca 48%
Vaso de plantas 41%
Vaso sanitário 40%
Vassoura 35%
Veículo Celta 1.0 38%
Veículo Toyota Corolla 2.0 41%
Veículo Celta 1.0 37%
Veículo Toyota Corolla 2.0  41%
Vela 41%
Ventilador 34%
Vermute 62%
Vestido 35%
Vestido de noiva 35%
Videocassete 44%
Vidro 42%
Vinagre 34%
Vinho 55%
Viola 40%
Violão 39%
Violino 38%
Violoncelo 40%
Vodca 82%
Whisky 61%
Xarope para tosse 35%
Xilofone 40%